Exercícios intensos e constantes desaceleram o envelhecimento

Exercício intenso e contínuo retarda o envelhecimento, diz pesquisa da Brigham Young University, nos EUA. O estudo foi publicado no mês de maio de 2017 na revista científica “Preventive Medicine” e os resultados mostraram que indivíduos ativos apresentaram marcadores biológicos de até nove anos a menos quando comparados a pessoas que têm uma vida sedentária

Para chegar a esse resultado, os pesquisadores estudaram o comprimento dos telômeros (sequências de DNA) de quase 6 mil voluntários. Segundo os cientistas, quanto menor o comprimento dessas sequências, mais avançado está o processo de envelhecimento.  

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Para o acompanhamento da pesquisa, os voluntários tiveram de responder um questionário e descrever se fizeram ou não atividade física e com qual intensidade em um período de 30 dias. 

Os telômeros menores foram encontrados nos sedentários. 

Quem praticava atividade moderada teve uma medida um pouco maior, mas sem uma diferença muito significante em relação aos sedentários

. Nos praticantes de exercícios intensos, o resultado foi o equivalente a nove anos, ou seja, as pessoas desse último grupo apresentaram sequências mais longas e isso significa que eles envelhecem mais devagar. 

Ainda de acordo com os pesquisadores, foi considerada uma atividade intensa aquela que dura de 150 a 200 minutos por semana. Um exemplo é uma corrida de 30 minutos por cinco dias na semana para mulheres e de 40 minutos para os homens. 

“Se você quer realmente notar diferença em seus marcadores biológicos, parece que apenas as atividades leves não irão de ajudar. Você precisa fazer exercício físico intenso e constante”, conclui o professor Larry Tucker, segundo informações do portal “Medical Express”.

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